Psicoterapia para brasileiros no exterior.
Encontre equilíbrio e bem-estar em qualquer lugar do mundo.
Com mais de 20 anos de atuação clínica, acompanho pessoas que buscam equilíbrio emocional em meio às muitas exigências da vida contemporânea. Minha formação inclui graduação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialização pela USP, formação em Psicanálise pela SPP e participação no Diretório de Profissionais Interculturais.
Atualmente, meu trabalho é voltado a ajudar pessoas a cuidar das próprias emoções enquanto conciliam carreira, família, parentalidade e autocuidado. Acredito que, para sustentar tantos papéis, é essencial ter um espaço de escuta profunda — um lugar onde pensamentos podem ser organizados, sentimentos podem ser nomeados e onde a pessoa possa, enfim, se reconhecer.
Para quem vive fora do país, essa necessidade torna-se ainda mais evidente: a adaptação cultural, a distância da rede de apoio e as mudanças na rotina exigem um olhar delicado e atento para a vida emocional.
A psicoterapia, nesse sentido, é um espaço de acolhimento e elaboração, onde é possível compreender dores, fortalecer recursos internos e construir caminhos mais coerentes com a própria história e com o que se deseja viver.
Atualmente, decidi me dedicar a um público bem específico: atender brasileiros que vivem no exterior.
A necessidade de adaptar-se a um novo país é muito desafiadora.
O sentimento de saudade das pessoas significativas que ficaram no Brasil, o sentimento de solidão e as dificuldades com a nova língua podem ser grandes obstáculos para o sentimento de satisfação e felicidade no novo país.
Ser atendido por um profissional intercultural pode ser o grande passo para viver a nova vida no exterior com leveza, alegria e satisfação!
A Psicologia Intercultural oferece importantes ferramentas para compreender e acompanhar momentos de transição que marcam a trajetória de muitas mulheres expatriadas.
Mudanças como separação conjugal, novo casamento, aposentadoria, transferência para outro país ou retorno ao país de origem costumam envolver muito mais do que aspectos práticos. São experiências que mobilizam identidade, pertencimento, projetos de vida, relações familiares e expectativas sobre o futuro.
Em minha atuação clínica, acompanho mulheres que vivenciam esses processos de transformação, oferecendo um espaço de escuta, reflexão e elaboração emocional. O objetivo não é apenas lidar com os desafios imediatos da mudança, mas também favorecer a construção de novos sentidos e possibilidades diante das transições da vida.
Cada mudança carrega perdas e ganhos, despedidas e recomeços. Quando atravessadas pela experiência migratória, essas transições podem adquirir camadas adicionais de complexidade, tornando ainda mais importante um acompanhamento psicológico atento às dimensões culturais, familiares e subjetivas envolvidas.
Mães de crianças neurodivergentes, com necessidades especiais, ou que vivenciam uma maternidade fora dos padrões convencionais. Um espaço empático para lidar com dúvidas, culpa, sobrecarga, luto, expectativas sociais e os desafios únicos da maternidade atípica.
Para quem vive fora do Brasil, retornou ou está em processo de mudança. Acolho questões como saudade, solidão, choque cultural, diferenças na criação dos filhos, sentimento de “desencaixe”, identidade bicultural e construção de novas redes de apoio.
Ansiedade, estresse, exaustão, autoestima, culpa materna, autocuidado, equilíbrio emocional.
Com escuta sensível, ética e respeito à sua história e contexto de vida.
Além de atuar como psicóloga clínica, sou também escritora de livros dedicados às vulnerabilidades infantis. Minha experiência no atendimento a crianças e adolescentes sustenta, hoje, um trabalho sensível e qualificado com a parentalidade. Acompanho mães, pais e cuidadores na complexa tarefa de exercer o papel parental, acolhendo os desafios que envolvem a infância e a adolescência no contexto contemporâneo.
Entre meus interesses acadêmicos e clínicos, a Psicologia Intercultural ocupa um lugar central. Ao longo dos últimos anos, tenho me dedicado a compreender como os processos migratórios atravessam a subjetividade, as relações familiares e os diferentes ciclos da vida.
Essa pluralidade de interesses se reflete tanto na produção científica quanto na prática clínica, abrangendo temas como adaptação cultural, identidade, pertencimento, saúde mental de brasileiros no exterior e os desafios enfrentados por mulheres em contextos de mobilidade internacional.
No Volume 2 da obra Psicologia Intercultural na Prática Clínica para Brasileiros no Exterior, contribuo com um capítulo dedicado à maternidade atípica em contexto migratório. O texto discute como as demandas já presentes na criação de crianças e adolescentes com necessidades específicas podem ser intensificadas pela experiência da migração, especialmente diante de desafios relacionados à língua, acesso a serviços, construção de redes de apoio e sentimento de pertencimento.
O capítulo propõe um olhar sensível para a interseção entre maternidade atípica e migração, destacando a importância de políticas, práticas profissionais e espaços de acolhimento que considerem a complexidade dessas experiências.